Tem por objetivo “acompanhar o formando Rogacionista, respeitando seu ritmo e a sua formação pessoal, cultural, religiosa e social” (cf. Plano de Formação Rogacionista, ER 23). Visa o autoconhecimento dos formandos, num processo de discernimento de cunho humano, cristão, religioso e do carisma do Rogate.

 

Para cumprir sua meta, a formação conta com o apoio de formadores e profissionais competentes, sobretudo ligados às áreas das ciências humanas.

 

O processo formativo tem como instrumental seis dimensões:
a) humano-afetiva (promove o autoconhecimento);
b) místico-espiritual (desperta uma espiritualidade encarnada);
c) comunitária (fortalece as relações interpessoais);
d) intelecto-cultural (cultiva as virtudes intelectuais);
e) apostólico-pastoral (incentiva o engajamento eclesial);
f) Rogate (prepara bons operários para a messe).

Objetivo

O objetivo central da formação é levar a pessoa a configurar-se a Jesus Cristo, aproximando-a o mais possível do amor original, expresso no relacionamento com os diferentes tu presentes em seu itinerário de vida, tendo como fundamento o amor, agindo de maneira libertadora. A formação precisa atingir a pessoa como um todo. Trata-se de uma tarefa que dura toda a vida.
No processo formativo, seguindo as diretrizes do Magistério da Igreja, é necessário escolher o melhor conteúdo e a melhor metodologia que responda às reais necessidades do mundo atual.

 

A exemplo do Cristo do Rogate, somos chamados a nos comprometer com a messe abandonada, tornando-nos capazes de sentir compaixão, colocando-nos a serviço de todos, porém, optando sempre pelos que mais sofrem as consequências das injustiças.






Formação pedagógica para Superiores e Formadores


De 19 a 21 de setembro, aconteceu, no Centro Rogate do Brasil, São Paulo (SP), o Encontro de formação pedagógica para Superiores e Formadores Rogacionistas. Na ocasião de sua visita à Província São Lucas, esteve presente, também, o Pe. José Maria Ezpeleta, filipino, Conselheiro Geral para a Vida Religiosa.