FORMAÇÃO

 

FORMAÇÃO PERMANENTE

O empenho para a formação permanente, em nível pessoal e comunitário, representa uma nova e freqüente resposta ao chamado à santidade, que ressoa na Igreja e na Congregação, e que postula um contínuo caminho de crescimento e conversão. Expressa também a disponibilidade para acolher, com responsabilidade, a missão e os desafios da nova evangelização, segundo a graça própria do carisma Rogacionista, em atitude de inteligente atenção aos sinais dos tempos.

Natureza da formação permanente

A formação é um processo dinâmico de fidelidade criativa à vocação religiosa Rogacionista, durante toda a vida. Ela se configura, antes de tudo, como atitude de vida, disposição interior que alimenta a consciência de estar sempre a caminho, num processo de contínuo vir a ser e num mundo, por sua vez, em perene transformação.

A formação por sua natureza é pessoal, gradual, integral, permanente e especifica. A pessoa, chamada a alcançar progressivamente a plena expressão de seu ser, está permanentemente empenhada num caminho formativo que reveste harmoniosamente todos os aspectos da sua personalidade. A própria pessoa é sujeito da formação, na sua realidade ontológica e existencial, potencialmente dotada de capacidades próprias para realizar a sua vocação originária e original. Os itinerários formativos, portanto, são sempre personalizados e visam ativar o dinamismo da autoformação.

Ela, portanto, ocupa-se principalmente da promoção da pessoa e também da sua atualização, no tempo, dos conhecimentos e das competências.

A formação permanente, concebida desta forma, apresenta-se como ponto de referência da formação inicial, perspectiva original e horizonte de sentido dela mesma. A educação dos jovens e a educação dos adultos devem integrar-se para se tornar verdadeiramente formação permanente, isto é, contínuo caminho de crescimento, de conversão e assimilação a Cristo, centro e princípio unificador do inteiro processo formatiA formação por sua natureza é pessoal, gradual, integral, permanente e especifica. A pessoa, chamada a alcançar progressivamente a plena expressão de seu ser, está permanentemente empenhada num caminho formativo que reveste harmoniosamente todos os aspectos da sua personalidade. A própria pessoa é sujeito da formação, na sua realidade ontológica e existencial, potencialmente dotada de capacidades próprias para realizar a sua vocação originária e original. Os itinerários formativos, portanto, são sempre personalizados e visam ativar o dinamismo da autoformação.

Objetivos

O objetivo essencial da formação permanente é acompanhar cada coirmão com um programa voltado à inteira existência, de modo a favorecer o crescimento que o torne pessoa integrada com a própria vocação e missão, segundo o carisma Rogacionista, e o conduz à plena maturidade em Cristo. Trata-se obviamente, de um acompanhamento adequado à idade, ao apostolado, ao ambiente cultural e às circunstâncias em que se vive. Isto implica uma forte atenção ao caminho de cada um, sobretudo na vida das comunidades, mas também na programação das várias iniciativas em nível de Circunscrição e Congregação.

Pode-se perceber três finalidades principais da formação permante:

1. Viver o mistério da Santíssima Trindade
- cultivando o sentido da própria consagração a Deus;
- zelando por uma sólida e integral formação à oração;
- valorizando as relações fraternas e o serviço apostólico como coeficientes essenciais da união com Deus.

2. Crescer na comunhão eclesial
- aprofundando a eclesiologia da comunhão do Vaticano II;
- partilhando plenamente a missão da Igreja e “as iniciativas e os objetivos que ela se propõe alcançar nos vários campos: bíblico, litúrgico, dogmático, pastoral, missionário, social e ecumênico” (cf. Perfectae Caritatis, 2) e do diálogo inter-religioso;
- vivendo na plena comunhão de fé com o Sucessor de Pedro, com o Pastor da Igreja local e com todo o Povo de Deus, na fidelidade ao magistério universal e particular, segundo o espírito de Santo Aníbal Maria Di Francia;
- zelando pela pertença à Congregação e valorizando a vida fraterna em comunidade como elemento essencial da nossa vocação e da dimensão missionária da Vida Religiosa, favorecendo a qualidade do diálogo fraterno e das relações interpessoais.

3. Qualificar o serviço apostólico ao mundo
-
crescendo na plena compreensão do mistério do Rogate, que revela a caridade pastoral de Cristo, a capacidade de ler as necessidades das multidões cansadas e abandonadas de sempre e a compaixão por elas, no empenho do Quarto Voto;
- Aprofundando continuamente o tema da evangelização nos diversos contextos culturais e sociais de hoje, para projetar, como Comunidade e Congregação, as respostas que brotam do carisma.

 
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