Carisma do Rogate

Com apenas 17 anos, Aníbal Maria Di Francia, diante de Jesus Sacramentado, recebeu uma graça especial que podemos definir como “a inteligência do Rogate (Rogai)”. Descobriu a necessidade da oração pelas vocações, que, em seguida, encontrou expressa no versículo do evangelho: “A colheita é grande, mas os operários são poucos. Pedi (=Rogate), pois, ao Senhor da colheita que envie operários para sua colheita” (Mt 9,38; Lc 10,2). Esta “rogação evangélica de Jesus” - como definiria depois - constituiu o grande ideal de sua vida. Intuiu que o “Rogate” não devia ser considerado como uma simples recomendação do Senhor, mas um mandamento explícito, um forte convite, um “remédio infalível” às necessidades e aos problemas sociais. Ele afirmava: “O que é este punhado de órfãos que são evangelizados diante dos milhões que se perdem e são abandonados como ovelhas sem pastor? Eu procurava uma saída, ampla, imensa e a encontrei naquelas adoráveis palavras de nosso Senhor Jesus Cristo: Rogate... Pareceu-me, então, ter encontrado o segredo de todas as boas obras e da salvação de todos”.

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